Voltar para Serviços Cognição · neurociência aplicada

Avaliação Neuropsicológica Entender como a sua cognição funciona, com método.

Mapeamento de atenção, memória, linguagem, funções executivas e aspectos emocionais, para transformar uma queixa difusa em um perfil descrito e em orientações aplicáveis.

Respondemos de segunda a sexta, das 8h às 18h.

5,0 no Google · 7 avaliações
Domínios
Seis grandes áreas
Público
Adultos e idosos
Duração
5 a 8 encontros
Entrega
Laudo e devolutiva
Mãos de uma pessoa escrevendo em um caderno sobre mesa clara, ao lado de um copo de água
A confusão mais comum

Esquecer nome não é o mesmo que perder memória

A queixa quase sempre chega com uma palavra só: memória. Mas a palavra memória cobre pelo menos cinco sistemas diferentes, e a maioria das falhas do dia a dia não acontece neles. Acontece na atenção.

Quem não registra uma informação não pode recuperá-la depois. O esquecimento, nesses casos, é um problema de entrada e não de armazenamento. Distinguir uma coisa da outra muda tudo: a conduta para um déficit de atenção é diferente da conduta para um déficit de consolidação.

A avaliação neuropsicológica existe exatamente para fazer essa separação. Ela mede desempenho em tarefas padronizadas, compara o resultado com normas de pessoas da mesma faixa etária e escolaridade, e depois integra esse retrato com a sua história, o seu sono, o seu humor e as suas medicações.

Sono ruim, dor crônica, depressão, ansiedade, uso de álcool e alterações de tireoide afetam o desempenho cognitivo. Uma avaliação que ignora esses fatores produz um número bonito e uma conclusão frágil.

Domínios

O que é investigado, na prática

Cada domínio é medido por mais de um instrumento, porque nenhum teste isolado tem a última palavra sobre uma função.

01Entrada

Atenção

Sustentada, dividida, alternada e seletiva. É o domínio que mais explica queixa de esquecimento em adultos jovens.

02Retenção

Memória

Episódica verbal e visual, memória de trabalho, curva de aprendizagem e reconhecimento com pista.

03Controle

Funções executivas

Planejamento, flexibilidade, inibição, tomada de decisão e capacidade de manter uma regra sob interferência.

04Comunicação

Linguagem

Nomeação, fluência verbal fonêmica e semântica, compreensão e organização do discurso.

05Espaço

Habilidades visuoespaciais

Percepção, construção, organização visual e capacidade de reproduzir figuras complexas.

06Ritmo

Velocidade de processamento

Quanto tempo o cérebro leva para executar uma tarefa simples. Domínio sensível a sono, fadiga e humor.

Vista aérea de um labirinto circular de sebes, com um caminho até o centro
O laudo não é uma nota. É um mapa de como você resolve problemas.O que interessa não é acertar mais ou menos. É entender por qual caminho a resposta foi construída, e onde ele trava.
Passo a passo

Como a investigação é conduzida

O objetivo não é responder se é ou não é. É explicar o que sustenta o funcionamento observado.

01

Anamnese detalhada

História de desenvolvimento, escolaridade, trabalho, sono, saúde geral e uso de medicação, além da queixa atual.

02

Testagem por domínio

Sessões distribuídas para evitar fadiga, porque desempenho medido em pessoa exausta não descreve o funcionamento real.

03

Integração e hipóteses

Cruzamento dos resultados com a história, comparação com normas e teste das explicações concorrentes para o mesmo perfil.

04

Devolutiva e orientações

Explicação do perfil em linguagem comum, com estratégias práticas de compensação e, quando indicado, encaminhamento.

A queixa é de memória, atenção ou organização?

A Sessão de Orientação lê o quadro e define se o caminho é a investigação neuropsicológica ou outro.

Agendar Sessão de Orientação Respondemos de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Mal-entendidos

O que se costuma acreditar, e o que a prática mostra

Boa parte da frustração com avaliação vem de expectativas montadas sobre premissas erradas.

Costuma-se dizer

Se der alteração em algum teste, está confirmado o diagnóstico.

O que a prática mostra

Um desempenho abaixo do esperado em um único instrumento é ruído estatístico frequente. Conclusão exige convergência entre instrumentos, história e contexto.

Costuma-se dizer

Quem é inteligente não pode ter déficit de atenção.

O que a prática mostra

Alto desempenho intelectual costuma mascarar dificuldade executiva por anos. O padrão típico é um perfil com picos altos e vales específicos, não um resultado baixo em tudo.

Costuma-se dizer

O resultado vale para a vida inteira.

O que a prática mostra

O funcionamento cognitivo muda com sono, humor, saúde e tratamento. Um laudo descreve um momento e por isso tem prazo de validade prático.

Costuma-se dizer

Se a ressonância veio normal, não há o que investigar.

O que a prática mostra

Imagem estrutural e desempenho cognitivo respondem a perguntas diferentes. Existe funcionamento alterado com imagem normal, e o inverso também acontece.

Costuma-se dizer

Só faz sentido avaliar quando o quadro já está grave.

O que a prática mostra

Uma avaliação feita cedo serve como linha de base. Ela é o que permite, anos depois, dizer com precisão se algo mudou.

Base técnica

O que sustenta a leitura dos resultados

Instrumento sem norma adequada mede pouca coisa. A comparação com o grupo certo é o que transforma um número em informação.

Normas por idade e escolaridadeO mesmo desempenho bruto pode ser esperado em um perfil e sinalizar alteração em outro. Sem essa correção, o resultado engana.
Resolução CFP nº 009/2018Define as diretrizes de avaliação psicológica e a exigência de integração entre fontes, que vale igualmente para o campo neuropsicológico.
Registro de fatores intervenientesSono, dor, humor, medicação, uso de substâncias e condições clínicas entram no relatório porque interferem no desempenho.
Integração com a medicinaQuando existe neurologista, psiquiatra ou clínico envolvido, o laudo é escrito para conversar com a conduta médica, com o seu consentimento.
Reavaliação planejadaSempre que faz sentido, a devolutiva já indica em quanto tempo vale repetir a medida para acompanhar evolução.
Alcance

O que o laudo responde, e o que ele não responde

Deixar o limite explícito evita que o documento seja usado para uma pergunta que ele nunca se propôs a responder.

TemaO laudo respondeO laudo não responde
Perfil cognitivoComo atenção, memória, linguagem, funções executivas e velocidade se comportam em relação à norma.Qual é o valor da pessoa, sua capacidade total ou seu futuro profissional.
Hipóteses clínicasQuais explicações são compatíveis com o perfil encontrado e quais ficaram menos prováveis.Uma certeza diagnóstica isolada, sem exame clínico e sem os demais critérios.
CondutaEstratégias de compensação, ajustes de rotina e recomendações para escola, trabalho e família.Prescrição de medicamento, que é ato médico e não cabe ao psicólogo.
EvoluçãoUm retrato datado que serve de linha de base para comparação futura.Uma previsão de quanto a pessoa vai melhorar ou piorar em um prazo determinado.
Compromissos

Como conduzimos a investigação

Quatro decisões de método que valem para todos os casos.

Fadiga é controlada

A testagem é distribuída em sessões. Medir alguém exausto produz um retrato do cansaço, não da cognição.

O contexto entra no laudo

Sono, humor, dor e medicação são registrados e considerados na interpretação, nunca apagados para simplificar a conclusão.

A devolutiva é prática

Além do perfil, você sai com estratégias aplicáveis à sua rotina real, e não apenas com uma lista de escores.

O limite é declarado

O documento diz o que ficou em aberto e o que exigiria outra investigação. Uma conclusão honesta inclui suas próprias fronteiras.

Uma imagem do processo

Ver como um cuidado disperso ganha direção

Uma animação de sete segundos mostra o que acontece quando atendimentos soltos passam a operar dentro de um mesmo plano.

Dúvidas frequentes

Antes de agendar

Ela produz a descrição do funcionamento cognitivo e reúne evidências. O diagnóstico é uma conclusão clínica, construída a partir desses dados somados a história de desenvolvimento, contexto e critérios diagnósticos, e frequentemente compartilhada com o médico que acompanha o caso.

Na maior parte dos casos, de cinco a oito. A variação vem do número de domínios investigados, da fadiga da pessoa avaliada e da necessidade de sessões complementares com familiares, escola ou trabalho.

Não existe estudo prévio que ajude, e treinar respostas prejudica o resultado. O que ajuda de verdade é dormir bem na véspera, comer antes, usar óculos ou aparelho auditivo se for o caso e informar toda medicação em uso.

Pode interferir, e por isso é registrado. Estimulantes, ansiolíticos, antidepressivos, anticonvulsivantes e até analgésicos entram no relatório. Em alguns casos o médico combina o horário da dose no dia da avaliação, sempre por decisão médica.

Sim, e essa é uma das melhores aplicações dela. Uma segunda avaliação depois de um intervalo definido mostra o que mudou, o que se manteve e se a conduta em curso está produzindo efeito.

Não. Os instrumentos e as normas de comparação mudam por faixa etária e por escolaridade. Um mesmo desempenho bruto pode ser esperado em uma faixa e sinalizar alteração em outra.

Entrevistas e devolutiva podem ser online. A aplicação de instrumentos costuma ser presencial, porque velocidade de resposta, manipulação de material e controle do ambiente fazem parte da própria medida.

Os valores variam conforme o serviço, o formato e a duração do processo. Eles são informados por completo antes de qualquer agendamento, sem compromisso de continuidade. Os atendimentos são particulares e emitimos a documentação necessária para pedido de reembolso, quando essa possibilidade está prevista nas regras da sua operadora.

A imagem mostra estrutura e, em alguns casos, atividade. A avaliação neuropsicológica mostra desempenho. As duas se completam: existe cérebro com imagem normal e funcionamento alterado, e existe alteração de imagem com funcionamento preservado.

A queixa é de memória, atenção ou organização?

A Sessão de Orientação define se o caminho é a investigação neuropsicológica ou outro.

Agendar Sessão