Primeiro contato e escuta
Leitura do momento atual, do histórico e do que já foi tentado. Aqui a demanda difusa começa a virar pergunta clara.
Terapia individual construída a partir do seu momento, com objetivos combinados desde o início e data marcada para revisar o caminho. A abordagem é escolhida pelo seu caso, não pela agenda disponível.
Respondemos de segunda a sexta, das 8h às 18h.
5,0 no Google · 7 avaliações
É possível fazer terapia por meses, comparecer a todas as sessões, gostar do profissional e ainda assim sair com a sensação de estar sempre no mesmo ponto. Quando isso acontece, o problema raramente está no encontro em si. Está na ausência de algo que ligue um encontro ao outro.
Uma sessão isolada pode ser boa. Um conjunto de sessões sem direção comum tende a virar relato semanal: a pessoa conta a semana, recebe uma escuta cuidadosa, sai aliviada e volta na semana seguinte para contar outra semana. O alívio é real. A mudança de padrão, não.
A psicoterapia na Proprium começa pelo contrário. Antes de acumular sessões, existe uma pergunta: o que precisa mudar, e como vamos saber se mudou. A resposta a essas duas perguntas vira um plano de cuidado escrito, com objetivos, frequência e uma data marcada de revisão.
Nenhum plano promete resultado nem prazo de cura. Ele organiza objetivos, combina frequência e marca a data em que tudo isso será revisto com você, o que é diferente de garantir um desfecho.
A honestidade sobre o encaixe faz parte do trabalho. Indicar o que não é o nosso serviço custa menos do que começar um processo que não responde à demanda.
A estrutura é a mesma para todas as abordagens. O que muda é o método de trabalho dentro dela.
Leitura do momento atual, do histórico e do que já foi tentado. Aqui a demanda difusa começa a virar pergunta clara.
Objetivos, frequência, participantes e a data em que tudo isso será revisto. Nada é presumido, tudo é combinado.
As sessões seguem o plano, com registro do que muda e ajuste do método quando a realidade pede outra coisa.
Olhar conjunto sobre o percurso: o que avançou, o que não avançou e se o processo continua, muda ou se encerra.
A Sessão de Orientação responde isso antes de qualquer combinado de continuidade, e é dela que sai o plano de cuidado.
As três abordagens disponíveis na clínica são igualmente sérias e reconhecidas. Elas diferem no foco do trabalho, não na qualidade.
| Abordagem | Foco principal | Como costuma ser conduzida | Costuma servir quando |
|---|---|---|---|
| Gestalt-terapia | O contato com o presente e o modo como você organiza a própria experiência. | Trabalho sobre o processo em si, o que acontece aqui e agora na relação e no corpo. | A questão é mais de sentido, de contato e de repetição de padrão do que de sintoma isolado. |
| Terapia Cognitivo-Comportamental | A relação entre pensamento, emoção e comportamento. | Metas explícitas, tarefas combinadas entre as sessões e verificação do que produz efeito. | Existe sintoma delimitado, como ansiedade, evitação ou padrão de pensamento repetitivo. |
| Psicoterapia Breve | Um foco definido, com tempo delimitado desde o início. | Número de sessões estimado no começo e trabalho concentrado em uma questão. | A questão tem contorno claro e a pessoa quer trabalhar exatamente aquilo. |
Psicólogos inscritos no CRP, dentro das normas da profissão, com registro do que é combinado.
Não são promessas de resultado. São compromissos de método, verificáveis por você a qualquer momento.
A cada revisão fica explícito o que avançou e o que não avançou. Nenhuma etapa do processo é secreta para quem está nele.
Se a abordagem escolhida não estiver produzindo efeito, ela é revista. O plano existe para ser mudado quando a realidade mostra outra coisa.
Você recebe por escrito o que é registrado, onde fica guardado e quais são as poucas exceções legais ao sigilo.
Terminar não é sumir. Existe devolutiva do percurso e orientação sobre continuidade, mesmo quando a decisão é encerrar.
Cuidado disperso não é pouco cuidado. É cuidado sem direção.Modelo Proprium
Não são garantias, e nenhum deles vale sozinho. São indicadores que a revisão costuma usar para transformar impressão em avaliação.
Você consegue nomear o que sente com mais precisão do que na primeira sessão. A queixa difusa virou descrição.
Você percebe o padrão antes de ele acontecer inteiro, e não só depois. A leitura chega mais cedo.
Diante do gatilho de sempre existe mais de uma resposta possível, ainda que a antiga continue disponível.
Sono, apetite, trabalho ou relações mostram alguma mudança observável, ainda que pequena.
Você usa fora da sessão o que foi construído dentro dela, sem precisar da presença do profissional.
Você sabe dizer em que ponto do processo está e o que vem a seguir, porque isso foi combinado.
O online não é uma versão reduzida. Ele exige as mesmas condições clínicas, e algumas condições técnicas a mais.
Uma animação de sete segundos mostra o que acontece quando atendimentos soltos passam a operar dentro de um mesmo plano.
Não. A escolha entre Gestalt-terapia, Terapia Cognitivo-Comportamental e Psicoterapia Breve é feita a partir da sua demanda, das suas preferências e da leitura clínica do profissional. A conversa sobre isso acontece nas primeiras sessões e fica registrada no plano de cuidado.
A frequência é definida no plano de cuidado, junto com você, e revista nas datas combinadas. O intervalo semanal é o mais comum, mas não é regra fixa: há processos quinzenais e há momentos que pedem frequência maior por um período curto.
Depende do objetivo. Processos com foco em uma questão delimitada costumam ser mais curtos que acompanhamentos contínuos. O que não muda é existir uma data marcada para revisar o caminho, para que a duração seja uma decisão e não uma inércia.
Sim, desde que combinado. O atendimento por meios de tecnologia é regulamentado pela Resolução CFP nº 011/2018 e segue exatamente as mesmas exigências éticas e técnicas do presencial.
Sim, a partir de 14 anos, além de adultos. Para adolescentes, os combinados com a família são feitos no início, preservando o espaço da pessoa atendida e explicando desde o começo o que é e o que não é compartilhado.
A interrupção é conversada, não simplesmente registrada. Sempre que possível é feito um encerramento com devolutiva do percurso e orientação sobre continuidade, porque terminar bem também é parte do trabalho clínico.
Desabafar alivia por algumas horas. Psicoterapia trabalha com hipótese clínica, método, objetivo e verificação. A diferença aparece justamente quando existe direção: sem ela, a sessão vira relato semanal, e o relato semanal não muda padrão.
Os valores variam conforme o serviço, o formato e a duração do processo. Eles são informados por completo antes de qualquer agendamento, sem compromisso de continuidade. Os atendimentos são particulares e emitimos a documentação necessária para pedido de reembolso, quando essa possibilidade está prevista nas regras da sua operadora.
Só se o caso pedir. Algumas abordagens trabalham mais a história, outras trabalham mais o presente e o comportamento atual. O critério é a sua demanda, não uma fórmula de consultório.
A Sessão de Orientação existe para responder isso antes de qualquer combinado de continuidade.