Voltar para Serviços Equipe médica parceira · cuidado integrado

Saúde mental médica Psicologia e medicina no mesmo plano.

Quando o quadro pede conduta médica, ela não acontece em outro planeta. Acontece dentro do mesmo plano de cuidado, com o seu consentimento e com escopo definido por escrito.

Respondemos de segunda a sexta, das 8h às 18h.

5,0 no Google · 7 avaliações
Formato
Presencial
Escopo
Acompanhamento, não urgência
Integração
Sempre autorizada
Registro
Plano compartilhado
Duas pessoas sentadas frente a frente em uma mesa, conversando com luz de janela
O problema que a integração resolve

O paciente não deveria ser o mensageiro

A cena é conhecida. A pessoa faz terapia em um lugar, consulta em outro, e passa a semana traduzindo cada um dos dois para o outro. Repete a história inteira em cada consulta, tenta lembrar o nome da medicação, tenta explicar o que o psicólogo quis dizer. Quando os dois profissionais discordam, quem decide é quem tem menos condição de decidir: a própria pessoa, no meio do sofrimento.

Integrar não significa que todo mundo sabe tudo sobre você. Significa que existe um plano comum, com objetivos escritos, e que cada profissional atua no que é da sua competência dentro dele. O psicólogo não prescreve. O médico não conduz o processo psicoterápico. E nenhum dos dois trabalha às cegas sobre o que o outro está fazendo.

A informação que circula é a mínima necessária para a conduta, e o que circula é combinado com você antes. Conteúdo de sessão não vira relatório. O que vira registro compartilhado é evolução, adesão e efeito observado.

Prescrição, ajuste e suspensão de medicação são atos médicos. Nada nesta página substitui consulta, e nenhuma orientação daqui deve ser usada para mudar tratamento por conta própria.

Indicações

Quando a frente médica entra, e quando ela não é o caminho

A entrada da medicina não é escalada de gravidade. É uma decisão sobre qual ferramenta responde melhor ao que está acontecendo.

Costuma fazer sentido quando

  • Os sintomas já comprometem sono, alimentação, trabalho ou autocuidado básico.
  • Existe história de quadro recorrente que respondeu bem a tratamento medicamentoso antes.
  • Sintomas físicos persistentes precisam ser investigados antes de serem lidos como emocionais.
  • O processo psicoterápico está travado por um nível de sofrimento que impede o trabalho clínico.
  • Há uso de medicação em curso e ninguém está acompanhando o efeito de forma sistemática.

Provavelmente não é o caminho quando

  • A demanda é de autoconhecimento e organização de vida, sem sintoma que comprometa o funcionamento.
  • Existe risco imediato à vida, situação que pede serviço de emergência e não acompanhamento.
  • A expectativa é receber uma receita já decidida, sem avaliação.
  • A pergunta é sobre desempenho cognitivo. Nesse caso, o ponto de partida é a avaliação neuropsicológica.
Duas pessoas debruçadas sobre o mesmo caderno, escrevendo juntas
Dois profissionais, um plano. Não dois planos disputando a mesma pessoa.A integração existe para tirar de você a tarefa de traduzir um consultório para o outro.
Na prática

O que a integração significa, encontro a encontro

Nenhuma etapa acontece sem a sua autorização, e você pode interromper a integração a qualquer momento sem perder o atendimento.

  • Antes de tudo

    Consentimento por escrito

    Você define o que pode ser compartilhado, com quem e para qual finalidade. O documento fica com você e no registro da clínica.

  • Primeiro encontro

    Leitura conjunta do caso

    Psicólogo e médico partem da mesma descrição do problema, sem que você precise contar a história duas vezes do zero.

  • Durante o processo

    Objetivos no mesmo plano

    O que a psicoterapia persegue e o que a conduta médica persegue ficam escritos lado a lado, com o prazo de cada um.

  • Quando algo muda

    Comunicação com escopo

    Se aparece efeito colateral, piora ou melhora relevante, a informação chega ao outro profissional dentro do escopo autorizado.

  • Na data marcada

    Revisão única

    Em vez de duas avaliações desconectadas, existe uma revisão do plano, com decisão conjunta sobre continuar, ajustar ou encerrar.

Não sabe se o seu caso pede conduta médica?

A Sessão de Orientação avalia o quadro e aponta qual frente responde ao que está acontecendo, sozinha ou combinada.

Agendar Sessão de Orientação Respondemos de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Medicação

O que se costuma dizer, e o que a prática mostra

A conversa sobre medicação é cheia de frases prontas que atrapalham decisão. Nada aqui substitui avaliação médica individual.

Costuma-se dizer

Se eu começar, nunca mais consigo parar.

O que a prática mostra

A duração é definida clinicamente e revista em datas combinadas. Existem tratamentos curtos, existem tratamentos longos, e a retirada, quando indicada, também é conduzida pelo médico.

Costuma-se dizer

Remédio muda a personalidade.

O que a prática mostra

O alvo é o sintoma que está distorcendo o funcionamento. Quando aparece embotamento ou sensação de não se reconhecer, isso é efeito a ser relatado e ajustado, não o objetivo do tratamento.

Costuma-se dizer

Tomar remédio é sinal de que a pessoa é fraca.

O que a prática mostra

Nenhuma outra área da saúde é lida assim. O critério para usar ou não usar é clínico, e leva em conta gravidade, histórico, risco e preferência da pessoa.

Costuma-se dizer

Se estou tomando, não preciso mais de terapia.

O que a prática mostra

São alvos diferentes. A medicação atua sobre o sintoma; a psicoterapia trabalha padrão, história e repertório. Em vários quadros a evidência favorece a combinação.

Costuma-se dizer

Melhorei, então posso parar sozinho.

O que a prática mostra

Interrupção por conta própria é uma das causas mais comuns de recaída e de sintomas de descontinuação. A decisão de parar é tão médica quanto a de começar.

Base técnica

Os limites que protegem você

Integração sem regra vira fofoca clínica. As regras abaixo são o que separa uma coisa da outra.

Sigilo profissionalCódigo de Ética do Psicólogo, Resolução CFP nº 010/2005. O sigilo é a regra, e a comunicação entre profissionais é a exceção autorizada e delimitada.
Prescrição é ato médicoLei nº 12.842/2013. Psicólogo não prescreve, não ajusta dose e não suspende medicação, em nenhuma circunstância.
Consentimento informado por escritoVocê define escopo, finalidade e prazo do que pode ser compartilhado, e pode revogar essa autorização a qualquer momento.
LGPDLei nº 13.709/2018. Dado de saúde é dado pessoal sensível, com base legal específica e regras próprias de guarda e de acesso.
Registro documentalResolução CFP nº 001/2009. Existe registro do que foi compartilhado, quando e com qual autorização. A integração é rastreável.
Compromissos

Como a integração é conduzida

Quatro princípios que valem para qualquer caso com mais de um profissional envolvido.

Autorização antes de tudo

Nenhuma informação circula sem consentimento escrito, com escopo e finalidade explicitados no documento.

O mínimo necessário

Compartilha-se o que a conduta exige. Conteúdo de sessão não vira relatório para terceiros.

Competência respeitada

Cada profissional atua no que é seu. A integração não dilui responsabilidade técnica, ela a torna mais clara.

Reversível a qualquer momento

Você pode encerrar a integração e continuar sendo atendido normalmente. Nenhum atendimento fica condicionado a ela.

Ter vários profissionais envolvidos não é o mesmo que ter cuidado conjunto.
Modelo Proprium
Uma imagem do processo

Ver como um cuidado disperso ganha direção

Uma animação de sete segundos mostra o que acontece quando atendimentos soltos passam a operar dentro de um mesmo plano.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre a frente médica

Não. Existem casos em que o acompanhamento médico é o ponto de partida e a psicoterapia entra depois, e existem casos em que só a conduta médica é necessária. A ordem é definida pelo quadro, não por regra fixa da clínica.

A prescrição é ato médico e cabe apenas ao médico. O psicólogo não prescreve, não ajusta dose e não suspende medicação. O que ele faz é observar efeitos no dia a dia e devolver essa informação ao médico, com a sua autorização.

Apenas o necessário para a conduta, dentro do escopo que você autoriza por escrito. Conteúdo de sessão não é repassado. O que circula é informação clinicamente relevante, como evolução de sintomas, adesão e efeitos observados.

Pode, e isso não muda a qualidade do atendimento. A integração é um recurso disponível, não uma condição. Você pode aceitar em parte, recusar por completo ou mudar de ideia depois.

Não. São frentes diferentes com alvos diferentes. Em vários quadros a evidência aponta que a combinação funciona melhor do que qualquer uma das duas isolada, e em outros apenas uma delas é indicada.

Não. Situações de risco imediato à vida exigem serviço de emergência. Ligue para o CVV pelo 188, que atende 24 horas e é gratuito, ou procure a emergência mais próxima. A clínica trabalha com acompanhamento, não com urgência.

Depende do quadro e da estratégia adotada. O que a Proprium faz é marcar a data de revisão desde o começo, para que a avaliação do efeito seja feita em uma data combinada e não na impressão de um dia ruim.

Os valores variam conforme o serviço, o formato e a duração do processo. Eles são informados por completo antes de qualquer agendamento, sem compromisso de continuidade. Os atendimentos são particulares e emitimos a documentação necessária para pedido de reembolso, quando essa possibilidade está prevista nas regras da sua operadora.

No momento os atendimentos são particulares. Emitimos a documentação necessária para pedido de reembolso, quando essa possibilidade está prevista nas regras da sua operadora.

Não sabe se o seu caso pede conduta médica?

A Sessão de Orientação lê o quadro e aponta qual frente responde ao que está acontecendo.

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