Autorização antes de tudo
Nenhuma informação circula sem consentimento escrito, com escopo e finalidade explicitados no documento.
Quando o quadro pede conduta médica, ela não acontece em outro planeta. Acontece dentro do mesmo plano de cuidado, com o seu consentimento e com escopo definido por escrito.
Respondemos de segunda a sexta, das 8h às 18h.
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A cena é conhecida. A pessoa faz terapia em um lugar, consulta em outro, e passa a semana traduzindo cada um dos dois para o outro. Repete a história inteira em cada consulta, tenta lembrar o nome da medicação, tenta explicar o que o psicólogo quis dizer. Quando os dois profissionais discordam, quem decide é quem tem menos condição de decidir: a própria pessoa, no meio do sofrimento.
Integrar não significa que todo mundo sabe tudo sobre você. Significa que existe um plano comum, com objetivos escritos, e que cada profissional atua no que é da sua competência dentro dele. O psicólogo não prescreve. O médico não conduz o processo psicoterápico. E nenhum dos dois trabalha às cegas sobre o que o outro está fazendo.
A informação que circula é a mínima necessária para a conduta, e o que circula é combinado com você antes. Conteúdo de sessão não vira relatório. O que vira registro compartilhado é evolução, adesão e efeito observado.
Prescrição, ajuste e suspensão de medicação são atos médicos. Nada nesta página substitui consulta, e nenhuma orientação daqui deve ser usada para mudar tratamento por conta própria.
A entrada da medicina não é escalada de gravidade. É uma decisão sobre qual ferramenta responde melhor ao que está acontecendo.
Nenhuma etapa acontece sem a sua autorização, e você pode interromper a integração a qualquer momento sem perder o atendimento.
Você define o que pode ser compartilhado, com quem e para qual finalidade. O documento fica com você e no registro da clínica.
Psicólogo e médico partem da mesma descrição do problema, sem que você precise contar a história duas vezes do zero.
O que a psicoterapia persegue e o que a conduta médica persegue ficam escritos lado a lado, com o prazo de cada um.
Se aparece efeito colateral, piora ou melhora relevante, a informação chega ao outro profissional dentro do escopo autorizado.
Em vez de duas avaliações desconectadas, existe uma revisão do plano, com decisão conjunta sobre continuar, ajustar ou encerrar.
A Sessão de Orientação avalia o quadro e aponta qual frente responde ao que está acontecendo, sozinha ou combinada.
A conversa sobre medicação é cheia de frases prontas que atrapalham decisão. Nada aqui substitui avaliação médica individual.
Se eu começar, nunca mais consigo parar.
A duração é definida clinicamente e revista em datas combinadas. Existem tratamentos curtos, existem tratamentos longos, e a retirada, quando indicada, também é conduzida pelo médico.
Remédio muda a personalidade.
O alvo é o sintoma que está distorcendo o funcionamento. Quando aparece embotamento ou sensação de não se reconhecer, isso é efeito a ser relatado e ajustado, não o objetivo do tratamento.
Tomar remédio é sinal de que a pessoa é fraca.
Nenhuma outra área da saúde é lida assim. O critério para usar ou não usar é clínico, e leva em conta gravidade, histórico, risco e preferência da pessoa.
Se estou tomando, não preciso mais de terapia.
São alvos diferentes. A medicação atua sobre o sintoma; a psicoterapia trabalha padrão, história e repertório. Em vários quadros a evidência favorece a combinação.
Melhorei, então posso parar sozinho.
Interrupção por conta própria é uma das causas mais comuns de recaída e de sintomas de descontinuação. A decisão de parar é tão médica quanto a de começar.
Integração sem regra vira fofoca clínica. As regras abaixo são o que separa uma coisa da outra.
Quatro princípios que valem para qualquer caso com mais de um profissional envolvido.
Nenhuma informação circula sem consentimento escrito, com escopo e finalidade explicitados no documento.
Compartilha-se o que a conduta exige. Conteúdo de sessão não vira relatório para terceiros.
Cada profissional atua no que é seu. A integração não dilui responsabilidade técnica, ela a torna mais clara.
Você pode encerrar a integração e continuar sendo atendido normalmente. Nenhum atendimento fica condicionado a ela.
Ter vários profissionais envolvidos não é o mesmo que ter cuidado conjunto.Modelo Proprium
Uma animação de sete segundos mostra o que acontece quando atendimentos soltos passam a operar dentro de um mesmo plano.
Não. Existem casos em que o acompanhamento médico é o ponto de partida e a psicoterapia entra depois, e existem casos em que só a conduta médica é necessária. A ordem é definida pelo quadro, não por regra fixa da clínica.
A prescrição é ato médico e cabe apenas ao médico. O psicólogo não prescreve, não ajusta dose e não suspende medicação. O que ele faz é observar efeitos no dia a dia e devolver essa informação ao médico, com a sua autorização.
Apenas o necessário para a conduta, dentro do escopo que você autoriza por escrito. Conteúdo de sessão não é repassado. O que circula é informação clinicamente relevante, como evolução de sintomas, adesão e efeitos observados.
Pode, e isso não muda a qualidade do atendimento. A integração é um recurso disponível, não uma condição. Você pode aceitar em parte, recusar por completo ou mudar de ideia depois.
Não. São frentes diferentes com alvos diferentes. Em vários quadros a evidência aponta que a combinação funciona melhor do que qualquer uma das duas isolada, e em outros apenas uma delas é indicada.
Não. Situações de risco imediato à vida exigem serviço de emergência. Ligue para o CVV pelo 188, que atende 24 horas e é gratuito, ou procure a emergência mais próxima. A clínica trabalha com acompanhamento, não com urgência.
Depende do quadro e da estratégia adotada. O que a Proprium faz é marcar a data de revisão desde o começo, para que a avaliação do efeito seja feita em uma data combinada e não na impressão de um dia ruim.
Os valores variam conforme o serviço, o formato e a duração do processo. Eles são informados por completo antes de qualquer agendamento, sem compromisso de continuidade. Os atendimentos são particulares e emitimos a documentação necessária para pedido de reembolso, quando essa possibilidade está prevista nas regras da sua operadora.
No momento os atendimentos são particulares. Emitimos a documentação necessária para pedido de reembolso, quando essa possibilidade está prevista nas regras da sua operadora.
A Sessão de Orientação lê o quadro e aponta qual frente responde ao que está acontecendo.